Gary Chartier: A Consciência de um Anarquista

(Caso você apenas deseje fazer download do livro, pule para o final ou clique aqui.) Nessas férias de julho eu consegui um breve alívio da faculdade para dedicar meu tempo a algo um pouco diferente do que estou acostumado. Pois bem, com tal tempo livre pude terminar de traduzir e editar um livro. Ou melhor, … Continue lendo Gary Chartier: A Consciência de um Anarquista

“Defensores dos Mercados Libertos Deveriam Abraçar o ‘Anticapitalismo’”, de Gary Chartier

Traduzido por George Agrippa Soros. [Retirado do capítulo 9 de Gary Chartier & Charles Johnson. (2011). Markets Not Capitalism: Individualist Anarchism Against Bosses, Inequality, Corporate Power, and Structural Power. Livro disponível aqui. Uma versão diferente do artigo está disponível aqui.] [N. do T.]: William Gillis, em seu “The Freed Market”, propõe uma diferenciação entre free … Continue lendo “Defensores dos Mercados Libertos Deveriam Abraçar o ‘Anticapitalismo’”, de Gary Chartier

“Antipsicologismo na Economia: Wittgenstein e Mises”, de Roderick T. Long

Traduzido por George Agrippa Soros. [Retirado de The Review of Austrian Economics 17: 345–369 (2004). Disponível aqui.] ABSTRACT: O argumento de Ludwig Wittgenstein a favor da conclusão de que tudo o que conta como pensamento deve incorporar princípios lógicos pode ser igualmente empregado para mostrar que tudo o que conta como ação deve incorporar princípios … Continue lendo “Antipsicologismo na Economia: Wittgenstein e Mises”, de Roderick T. Long

“Seguir Regras, Praxeologia e Anarquia”, de Roderick T. Long

Traduzido por George Agrippa Soros. [Retirado de New Perspectives on Political Economy 1 (2): 36-46 (2006). Disponível aqui.] ABSTRACT: O paradoxo de seguir regras (rule-following paradox) de Wittgenstein tem importantes implicações para dois aspectos da teoria austríaca. Primeiro, ele torna possível conciliar as abordagens misesiana, rothbardiana e hermenêutica da metodologia; segundo, ele fornece uma maneira … Continue lendo “Seguir Regras, Praxeologia e Anarquia”, de Roderick T. Long

“Kant e São Tomás: um confronto”, de Giovanni Cavalcoli

Traduzido por Vitor Gomes. [Retirado do blog pessoal do Pe. Giovanni Cavalcoli. Disponível aqui.] Prius est aliquid intelligere quam intelligere se intelligentemNinguém se percebe inteligir a não ser inteligindo— São Tomás, De Ver., q. 10, a. 8Cconcebo o Ens realissimum como o fundamento de toda a realidade. E digo: Deus é o Ente que contém o fundamento … Continue lendo “Kant e São Tomás: um confronto”, de Giovanni Cavalcoli

“Uma Prova Ontológica do Realismo Moral”, de Michael Huemer

Traduzido por George Agrippa Soros. [Retirado de Social Philosophy & Policy 30 (2013): 259-79. Disponível aqui.] Embora não haja uma concordância geral sobre se o realismo moral é verdadeiro, há uma concordância geral sobre pelo menos algumas das obrigações morais objetivas que temos se o realismo moral é verdadeiro. Dado que o realismo moral pode … Continue lendo “Uma Prova Ontológica do Realismo Moral”, de Michael Huemer

“Um bom desarranjo dos Epitáfios”, de Donald Davidson

Traduzido por L. Taube. [Retirado de 2006, The Essential Davidson, ed. Kirk Ludwig e Ernest Lepore, New York: Oxford University Press, pp. 251-265 . Acessível aqui.] Goodman Ace escreveu seriados de rádio. De acordo com Mark Singer, Ace costumava falar da maneira que escrevia:  Em vez de aceitar firmamente que Ace fala diretamente, um ouvinte … Continue lendo “Um bom desarranjo dos Epitáfios”, de Donald Davidson

“Algumas reflexões sobre The Sensory Order de F.A. Hayek”, de Bruce Caldwell

Traduzido por Guilherme Ribeiro. [Retirado de Caldwell, B. Some Reflections on F.A. Hayek's The Sensory Order. Journal of Bioeconomics 6, 239–254 (2004).] ABSTRACT:[1] Embora F.A. Hayek seja conhecido principalmente por seu trabalho em economia, ele também fez contribuições, positivas e críticas, para o campo da psicologia. Sua peça mais importante no último campo é seu … Continue lendo “Algumas reflexões sobre The Sensory Order de F.A. Hayek”, de Bruce Caldwell

“A Justificação da Dedução”, de Susan Haack

Traduzido por George Agrippa Soros. [Retirado de S. Haack, 1976, The Justification of Deduction, Mind, vol. 85, no. 337, 112–119.] (1) É frequentemente tomado como certo por escritores que propõem – e, nesse caso, por escritores que se opõem a – "justificações" da indução, que a dedução ou não precisa, ou pode ser prontamente provida, … Continue lendo “A Justificação da Dedução”, de Susan Haack

“Contra a Certeza Absoluta”, de Ilja Schmelzer – Parte 1

Traduzido por Fabrício.[Retirado de https://ilja-schmelzer.de/papers/againstCertainty.pdf.%5D Conteúdo da Parte 1 Introdução Contradições performativas 2.1 A irrelevância de simples contradições performativas 2.2 Contradições performativas inevitáveis ​​como argumento contra teorias filosóficas 2.3 A fraqueza das contradições performativas 2.4 A teoria do consentimento da verdade como pressuposição 2.5 O status das contradições performativas na teoria da correspondência da verdade … Continue lendo “Contra a Certeza Absoluta”, de Ilja Schmelzer – Parte 1